Quando já a lógica implora que te esqueça à demasiado tempo
Pergunto-me porque de tal o meu coração ainda não foi capaz
De em 1 ou 2 pensamentos te apagar da sua memória
Da minha memória
É então que surge a nostalgia
E talvez a vontade de voltar atrás e refazer qualquer coisa da minha vida
Mas são apenas visões holográficas mentais das quais acordo
E volto à temática que me fez pensar
E viajar espaço afora
Pelo menos pra rever os buracos-negros que me consomem
Por fora, por dentro, completamente
Luto pra regressar à minha vida
Enviar de novo as imagens, sons, cheiros, odores e sensações de volta pro seu lugar
20/07/2007
Pensamentos de um observador
Ai a minha cabeça que se perdeu por entre pensamentos e pequenas observações e talvez algumas distracções pequenas sensações de excitação com a observação e a imaginação revelando pequenas erecções psicológicas orgasmícas até convidando ao desejo carnal mortal para os preconceitos do senso (comum) minoritário de todos aqueles que rodeiam a cumplicidade entre aqueles dois que se deitam no olhar um do outro e silenciosamente se consomem num pulsar de energia que aparenta não ter limite nem impor limites para além daqueles que o "ser" e a imaginação impõem por imposição de quem somos talvez e assim se consuma o acto num frenético adeus secreto que é invisível a todos quantos observam mas a separação toma apenas a dimensão física pois dentro de cada um restam ainda as memórias do que aconteceu ...
06/07/2007
Sou péssimo com títulos, por isso fica mesmo este...
Seria calmo e pacífico o meu ser,
Se em mim houvesse vazio ao invés da tua posição,
Que teimas em demarcar com forte imposição...
Causas em mim uma permanente inquietação,
Que me leva aos vastos e profundos pensares do querer...
Desejar...
Do gostar...
Fulminas a lógica e a minha metódica razão,
Secalhar sem querer,
Destróis as soluções dos meus porquês,
Teimando em não desvanecer...
Se em mim houvesse vazio ao invés da tua posição,
Que teimas em demarcar com forte imposição...
Causas em mim uma permanente inquietação,
Que me leva aos vastos e profundos pensares do querer...
Desejar...
Do gostar...
Fulminas a lógica e a minha metódica razão,
Secalhar sem querer,
Destróis as soluções dos meus porquês,
Teimando em não desvanecer...
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